CULTO DAS CRIANÇAS

Em nossas Comunidades da Paróquia em Doutor Maurício Cardoso (RS) as crianças tiveram momentos especiais de celebração de culto, onde puderam expressar a sua fé, participar ativamente da liturgia e vivenciar com intensidade a mensagem do Evangelho da pura graça de Cristo Jesus.

Cada pessoa que chegava ao Culto, independente da idade, era acolhida como uma criança e brincávamos com bolhas de sabão. Durante a mensagem as pessoas mais idosas tiveram a oportunidade de expressar suas memórias sobre seu tempo de criança, sua infância. Na Liturgia da Ceia do Senhor as Crianças oraram juntas pedindo que Deus envie o seu Espírito de paz e amor e nos conceda a comunhão no seu reino de justiça e liberdade.

CRIANÇAS ORANDO NA CEIA DO SENHOR

MENSAGEM 

CORAL CANTA - Em Memória de Mim

Pastor Marcelo Peter
Paróquia em Dr Maurício Cardoso - RS
Sínodo Noroeste Riograndense - IECLB

CULTO CRIOULO

O Culto Crioulo é uma celebração litúrgica e festiva da comunidade que, dentro da estrutura da liturgia, faz uso da linguagem, ritmo, estilo e símbolos tradicionalistas gaúchos. O Culto Crioulo (Campeiro Gaúcho) tem por objetivo enfocar a espiritualidade e religiosidade deste povo.

No Culto Crioulo existem cânticos e orações próprias e adaptadas. Sempre há uma forte acentuação nas rimas. São utilizados, constantemente, símbolos peculiares da vida campeira e dos costumes do povo gaúcho.

Diversos elementos litúrgicos, hinos e orações de uso corrente na liturgia ordinária são adaptados com o linguajar típico da cultura gauchesca. Alguns exemplos: Deus Pais é chamado de “Patrão Celeste”, “Patrão Eterno”; Jesus Cristo é chamado de “Divino Tropeiro”, “Bom Tropeiro”; e o Espírito Santo de “Divino Candeeiro”, “Espírito Vaqueano”.

Um dos atos litúrgicos mais fundamentais que marcam o Culto Crioulo é a união dos lenços na cruz tosca do mato.  Este ato relembra a marcante história do Rio Grande do Sul: a guerra entre Maragatos e Chimangos. O Culto enfatiza o fim do conflito e a busca constante pela paz e compreensão entre os povos.

No último dia 16 de setembro, na Comunidade Evangélica em Doutor Maurício Cardoso – RS celebramos nosso culto Crioulo.

“Foi momento de imensa gratidão
ao Patrão Celestial,
por sua grande bondade
e bênçãos sem igual”

Neste 20 de setembro, dia da Revolução, vamos celebrar novamente, de maneira ecumênica, no CTG Fronteia do Horizonte, às 10 horas.

Pastor Marcelo Peter
Paróquia em Dr Maurício Cardoso - RS

Sínodo Noroeste Riograndense - IECLB


MÃE NÃO É TRABALHO? Dia Internacional da Mulher

Certo dia, uma mulher chamada Anne foi renovar a sua carteira de motorista.Quando lhe perguntaram qual era a sua profissão, ela hesitou. Não sabia bem como se classificar. O funcionário insistiu:
      - O que eu pergunto é se tem um trabalho.
      - Claro que tenho um trabalho, exclamou Anne. Sou mãe.
      - Nós não consideramos isso um trabalho. Vou colocar dona de casa - disse o funcionário friamente.
      Uma amiga sua, chamada Marta, soube do ocorrido e ficou pensando a respeito por algum tempo. Num determinado dia, ela se encontrou numa situação idêntica. A pessoa que a atendeu era uma funcionária de carreira, segura, eficiente. O formulário parecia enorme, interminável. A primeira pergunta foi: Qual é a sua ocupação? Marta pensou um pouco e sem saber bem como, respondeu:
      - Sou doutora em desenvolvimento infantil e em relações humanas.
      A funcionária fez uma pausa e Marta precisou repetir pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas.
      - Sou doutora em desenvolvimento infantil e em relações humanas.
      Depois de ter anotado tudo, a jovem ousou indagar:
      - Posso perguntar o que é que a senhora faz exatamente?
      Sem qualquer traço de agitação na voz, com muita calma, Marta explicou:
      - Desenvolvo um programa a longo prazo, dentro e fora de casa.
      Pensando na sua família, ela continuou:
      - Sou responsável por uma equipe e já recebi quatro projetos. Trabalho em regime de dedicação exclusiva. O grau de exigência é de 14 horas por dia, às vezes até 24 horas.
      À medida que ia descrevendo suas responsabilidades, Marta notou o crescente tom de respeito na voz da funcionária, que preencheu todo o formulário com os dados fornecidos.
Quando voltou para casa, Marta foi recebida por sua equipe: uma menina com 13 anos, outra com 7 e outra com 3.
      Subindo ao andar de cima da casa, ela pôde ouvir o seu mais novo projeto, um bebê de seis meses, testando uma nova tonalidade de voz. Feliz, Marta tomou o bebê nos braços e pensou na glória da maternidade, com suas multiplicadas responsabilidades. E horas intermináveis de dedicação.
      - Mãe, onde está meu sapato?
      - Mãe, me ajuda a fazer a lição?
      - Mãe, o bebê não para de chorar.
      - Mãe, você me busca na escola?
      - Mãe, você vai assistir a minha dança?

      - Mãe, você compra? Mãe...