VIDAS EM COMUNHÃO - música

O Tema do Ano de 2014 para a vida comunitária da IECLB é “ViDas em Comunhão”. Para contribuir nas celebrações, compartilhamos uma música que reflete acerca tema do mencionado. Confira!

Título: ViDas em Comunhão
Letra e música: Reneu Prediger
Interpretação: Ministros e Ministras do Sínodo da Amazônia no dia de descanso!

Letra:
Est: Vidas em comunhão, vidas em gratidão!
Viver na fé pra vencer a solidão.
Vidas em comunhão, vidas em união!
Sair da casca, ir ao encontro do irmão.

1.Eu olho o mundo e vejo que o passarinho
não vive só, voa em bando com carinho!
É em cardume que nada, o lindo peixinho.
Não é feliz quem se encolhe num cantinho!

2. A natureza transmite nos a lição
pois é o querer do bom Deus da criação:
Que os seres vivos vivam sempre em comunhão .
com boa fé, nos momentos de aflição.

3. É na Palavra que eu busco com os irmãos
a firme, forte e clara compreensão.
Iluminado, eu me ponho em oração.
a Deus, que é bom, e suplico a proteção.

4. Eu reconheço, e por isso a gratidão
a Deus, que é bom, e por sua forte mão.
Que me conduz e me concede proteção

Cristo Jesus conquistou a salvação.


Pastor Marcelo

Paróquia Luterana Caminho da Fé
Alta Floresta D’oeste-RO
(Sínodo da Amazônia - IECLB)

A tragédia de Judas é que ele nunca viu a cruz

Estamos celebrando o tempo da Páscoa. Como Igreja, olhamos para a cruz e recordamos o sacrifício de Cristo em nosso favor. Pensamos no túmulo vazio e nos alegramos com sua ressurreição.

Ainda assim, já faz alguns dias estou meditando e refletindo sobre a tragédia de Judas na Paixão de Cristo. Logo você vai entender o que quero afirmar com a palavra “tragédia” e o porquê estou me preocupando com a pessoa de Judas!

Veja o que nos diz o Evangelista Mateus:
“Quando Judas, o traidor, viu que Jesus havia sido condenado, sentiu remorso e foi devolver as trinta moedas de prata aos chefes dos sacerdotes e aos líderes judeus, dizendo: — Eu pequei, entregando à morte um homem inocente. Eles responderam: — O que é que nós temos com isso? O problema é seu. Então Judas jogou o dinheiro para dentro do Templo e saiu. Depois foi e se enforcou.” (Mt 27. 3-5)


Normalmente condenamos Judas e o excluímos do grupo dos doze. Jesus não fez isto. Ele o chamou de “meu amigo”. Jesus também lavou seus pés. Jesus lhe deu o pão e o vinho na última ceia. A Bíblia o chama de “um dos doze”. Sinceramente, deve existir um pouco de Judas em cada um de nós. E existe algo de nós em Judas.

Como pessoas cristãs, que devem refletir e avaliar seus erros e suas falhas, não é correto excluir Judas dos demais discípulos. Não é correto malhar o Judas. Em nada nos ajuda rejeitar Judas com horror e pensar que somos melhores ou superiores a ele.

A partir da Bíblia compreendemos que Judas era uma pessoa fiel a seus objetivos e suas crenças. Mas, por diversas razões, ele acabou se desiludindo com a vida. Possivelmente ele se desesperou diante das crises que a realidade da vida nos impõe.

Judas nos ensina uma grande lição: até mesmo os discípulos mais próximos, até aqueles que lutam com maior bravura, podem entrar em crise, desanimar e não ver mais perspectivas concretas na caminhada e no discipulado. Judas não é um demônio. Ele não foi o pior dos discípulos. Pelo contrário, ele era fiel aos seus objetivos e queria ver a transformação acontecer. O problema é que ele buscava os resultados a qualquer custo. Judas não media esforços para alcançar as metas. Ele agia e fazia o que acreditava ser o mais apropriado. Mas, como todo bom e fiel seguidor de Jesus, ele errou e falhou.

Judas deveria ter confiado mais em Jesus do que em seus planos pessoais; devia ter confiado mais no Mestre do que em seus projetos; devia ter pensado mais no amor de Jesus do que nas maquinações de sua mente.

Costumamos condenar Judas por haver traído Jesus. Mas, não é correto fazer tal julgamento. Dadas às perspectivas, de um jeito ou de outro, em algum momento, Jesus seria traído, por Judas ou por qualquer outro. Basta ler atentamente os evangelhos e nos daremos por conta disto. Cabe lembrar que condenamos Judas por haver traído o Salvador, mas Pedro o negou três vezes; Tiago e João estavam mais preocupados com seus postos de poder do que com a obra do Messias; Tomé duvidou do Cristo Ressurreto; e antes, na hora do aperto, todos os discípulos fugiram e se esconderam para não morrer junto com Jesus.

Vejamos também que Judas era tal como você e eu. Ele falhava, mas tinha consciência dos seus atos e pedia perdão. Isso mesmo! Judas entregou Jesus às autoridades por 30 moedas de prata. Mas, quando ele viu o que estavam fazendo com seu Senhor, ele ficou completamente triste. Arrasado! Judas viu o seu pecado. Ele não conseguia ficar em paz. Judas se arrependeu do seu erro. Ele tentou fazer alguma coisa a respeito. Ele recuou em seus objetivos. Suas palavras são bem claras: “— Eu pequei, entregando à morte um homem inocente.

Talvez você esteja imaginando: “Agora Judas virou um santo!”. De modo algum. Nenhuma atitude de Judas o justifica. Assim como nenhuma de nossas atitudes, tampouco, pode nos justificar. Judas é tão pecador quanto cada um e cada uma de nós. Dentre os seus erros nada o faz melhor ou pior. Apenas uma atitude o deixa distante da graça salvadora de Cristo. Não é somente a traição ou o suicídio por enforcamento. O que realmente afasta Judas da graça misericordiosa de Deus é não ter dado tempo de olhar para a cruz! O grande pecado de Judas não foi nem um nem ou outro. Sua tragédia é nunca ter visto a cruz de Jesus.

Judas desistiu de viver; desistiu de lutar; desistiu de confiar antes mesmo de a cruz cumprir seu efeito. Aqui está o grande erro de Judas: ele não olhou para a cruz de Cristo. Ele não deixou que Jesus o purificasse de seus pecados no sacrifício do Cordeiro de Deus pendurado no madeiro. Ele preferiu pendurar também em um madeiro (a árvore do enforcamento).

Agora, porque eu cheguei até aqui? Uma semana antes da Páscoa, na cidade de Alto Alegre do Parecis (RO), área de abrangência da Paróquia na qual atuo, um certo jovem se enforcou. Ele também desistiu de viver. Alguns jovens de nossas Comunidades eram amigos e amigas dele. Conversando com alguns senti o quão tristes estão. Percebi como gostavam daquele rapaz e como se entristeciam com sua decisão de dar fim à sua vida.

O jovem suicida deixou uma mensagem se despedindo. Ele postou na internet um vídeo onde dá adeus à vida e diz que deseja ir embora.

Pergunto-me: quantos jovens, quantas jovens, em nossas Comunidades, também não estão desesperançosos e desiludidos com a vida? Quantos pessoas ao nosso redor não estão cansados de buscar seus objetivos pessoais e, não vendo resultados, também desejam o fim, a morte, o descanso forçado?

Não quero julgar o jovem que se enforcou, tal como não quero malhar o Judas. Não quero condenar pessoa alguma. Mas, me pergunto: será que em nossa realidade não estamos com a “Síndrome de Judas”? Será que não estamos nos esquecendo da cruz de Jesus? Será que nosso desespero e falta de esperança não se dá pelo fato de NÃO fixarmos nossa atenção ao Cristo crucificado por mim por você?

O teólogo Tom Houston escreveu: “A cruz em que Jesus morreu é o antídoto para a imagem indesejável que temos de nós mesmos”. E o Pastor Luterano Gottfried Brakemeier afirmou: “A confiança em Deus... ela certamente não é vã.”

Enfim, precisamos confiar na ação de Jesus através de sua cruz. Devemos olhar firmemente para ela e orar tal como Martim Lutero: “Querido Senhor Jesus... consola-me o fato de teres morrido por mim e me respingado com o sangue de tuas santas feridas... Dá-me coragem para ter fé... Não preciso temer na incerteza, medo e dúvida...”. Amém!

Pastor Marcelo
Paróquia Luterana Caminho da Fé
Alta Floresta D’oeste-RO
(Sínodo da Amazônia - IECLB)

POR MEIO DA FÉ

Compartilhando a música “Por meio da fé”. Confira!

Título: Por meio da fé
Letra e música: Reneu Prediger
Interpretação: Ministros e Ministras do Sínodo da Amazônia no dia de descanso!

Letra:
Est.: A fé firma a certeza que nós vamos receber o que nós esperamos e que existe muito mais. É pela fé que vamos crer que Deus concede paz, pois Ele foi quem os criou: humanos e animais!

1. Foi de Abel a sua fé, que o fez a oferta dar. E Deus, no céu, a recebeu, sem nada recusar. Abel foi morto por Caim em Deus foi descansar, Deus o acolheu em suas mãos, com Ele foi estar.

2. Foi de Noé a sua fé, que fez o construir: a Arca que singrou no mar, as águas a subir. E foi assim que nosso Deus salvou a criação. Usou dum homem sua fé, pro bem e salvação.

3. Foi de Abraão a sua fé, que fez o confiar: no que o Senhor lhe prometeu por certo vai lhe dar. Saiu do meio familiar, e pôs-se a caminhar. Mas certo estava que o Senhor lhe ia acompanhar.


4. Sem fé ninguém pode agradar, a Deus o Pai do céu! Sem fé não poderá chegar a Cristo, Filho Seu. É pela fé que viverá quem crer e confiar que Jesus Cristo vai voltar os crentes vai salvar.

Partitura

Pastor Marcelo

Paróquia Luterana Caminho da Fé
Alta Floresta D’oeste-RO
(Sínodo da Amazônia - IECLB)

Comunidades celebram a ressurreição de Cristo na Paróquia Caminho da Fé


O apóstolo Paulo escreveu: “Sabemos que Cristo foi ressuscitado e nunca mais morrerá, pois a morte não tem mais poder sobre ele” (Rm 6.9).

Motivados por esta palavra bíblica as comunidades “Luz no Mundo”, “Martim Lutero”, “Bom Pastor”, “Espírito Santo” e “Nova Esperança” celebraram a ressurreição de Jesus Cristo com Cultos Eucarísticos de Páscoa.

Às 6 horas da manhã a Comunidade Luz no Mundo iniciou sua celebração. Desde a Quinta-Feira da Paixão já estava em celebração por conta do Tríduo Pascal. E, no domingo bem cedo, encerrou este ciclo de celebrações. Vários membros compartilharam que foi uma alegria participar em todas as celebrações que perfazem este ciclo do início do tempo pascal.


Nossas comunidades estiveram envolvidas com a temática da Páscoa durante várias semanas. As lideranças, de modo especial estiveram intimamente envolvidas, pois foram necessários vários grupos para realizar as celebrações do Tríduo Pascal. Realizamos estudos e momentos de preparação. Juntos meditamos e reconhecemos com o profeta Isaías que: “Ele estava sofrendo por causa dos nossos pecados, estava sendo castigado por causa das nossas maldades” (Isaías 53.5).


Em nossa Paróquia, graças ao trabalho litúrgico das lideranças, motivados pelo Sacerdócio Geral de todas as pessoas batizadas, conseguimos realizar Cultos Eucarísticos de Páscoa por toda a Paróquia. Precisamos enfatizar e agradecer esse valioso trabalho das Comunidades.


Assim como os anjos disseram para as mulheres: Não tenham medo! Sei que vocês estão procurando Jesus, que foi crucificado, mas ele não está aqui; já foi ressuscitado.(Mateus 28. 5-6). De modo semelhante, nossas lideranças foram mensageiras e mensageiros da ressurreição, especialmente neste tempo de Páscoa.


Que Deus continue abençoando nosso labor comunitário!

Pastor Marcelo
Paróquia Luterana Caminho da Fé
Alta Floresta D’oeste-RO
(Sínodo da Amazônia - IECLB)

Culto Infantil e Páscoa

O trabalho desenvolvido nas comunidades através do Culto Infantil faz uma singular e especial diferença na vida das crianças. Elas aprendem a valorizar e amar o trabalho da Igreja na divulgação e pregação do Evangelho.

Na Paróquia Luterana Caminho da Fé o trabalho com o Culto Infantil quer ser um instrumento de Educação Cristã e Comunhão para a vida das crianças. 

Veja abaixo as fotos do trabalho com as crianças do Culto Infantil no Domingo de Páscoa. Em especial, nesta oportunidade, compartilhamos fotos das Comunidades "Luz no Mundo" e Espírito Santo. 


Parabéns às Orientadoras pelo empenho e dedicação nesta tão honrosa tarefa que Jesus Cristo lhes confiou!

CULTO INFANTIL DE PÁSCOA (LUZ NO MUNDO)

CULTO INFANTIL DE PÁSCOA (ESPÍRITO SANTO)

Pastor Marcelo
Paróquia Luterana Caminho da Fé
Alta Floresta D’oeste-RO
(Sínodo da Amazônia - IECLB)

A Vigília Pascal na Paróquia Luterana Caminho da Fé

A Vigília Pascal é uma celebração comunitária na qual refletimos sobre a noite em que Jesus passou da morte para a vida. A Vigília de Páscoa ajuda a Comunidade a entender o processo que fez com que a vida triunfasse sobre a morte.

Em nossa Comunidade, nesta celebração, ao ler e meditar nos textos bíblicos da história da salvação procuramos reconhecer quais são os motivos que nos fazem ter alegrias e festejos.

Procuramos, ao longo da celebração, vislumbrar que a Celebração da Vigília deve nos ajudar a levar para o nosso dia-a-dia a vigilância da oração, da reflexão e da vida festiva que devemos ter a partir de Cristo. Durante a celebração a Comunidade foi convidada a vivenciar o mistério da ação de Deus. Apesar de ainda estarmos envoltos pela escuridão da noite, já celebramos o amanhecer.

Agora, estamos nos preparando para iniciar este Domingo celebrando a Ressurreição de Jesus. Às 6 horas da manhã vamos novamente nos encontrar para o Culto Eucarístico da Ressurreição

Pastor Marcelo
Paróquia Luterana Caminho da Fé
Alta Floresta D’oeste-RO

(Sínodo da Amazônia - IECLB)

VIGÍLIA (lamentos poéticos)

Eis que o perdão da quinta já se foi

A humildade do ato se passou
A comunhão findou.

Já se foi a sexta chorosa!
O sofrimento, porém, persiste
Tamanha a ausência que há.

Hoje, o vazio,
Por completo,
Enche,
Mas não preenche!

Este dia,
E igual sua noite,
Traz recorridos feitos.
Dor imensa
Emerge do peito.

Haverá solução?
Poderá acudir esperança?
Há que fazer algo?
Ou puramente esperar...

Diante do flagelo
Este que se impõe,
Com dor entranhável
Só nos resta,
Vigilantes,
Aguardar:

O sol retornará,
Será um alvorecer,
A nova aurora,
Enfim chegará!

                                        Marcelo Peter

OFÍCIO DAS TREVAS é celebrado na Paróquia Luterana Caminho da Fé

A Sexta-Feira da Paixão, tradicionalmente é um dia triste. Neste dia lembramos a condenação, crucificação e morte de Jesus. Esse dia revela a realidade do mundo que vivia em pecado. Quanta culpa foi jogada em cima de Jesus...

A Sexta-Feira da Paixão é um dia de profundo respeito à dor sofrida por Jesus, por nossa causa. Nesse dia, por amor à humanidade, Deus permite a morte de Jesus. A Sexta-Feira é o ponto culminante do amor de Deus revelado em Cristo.

Jesus perdoa os seus agressores. Ele aceita morrer pelos seus inimigos. Torna-se solidário com os que sofrem. Morre desprezado como um marginal para nos resgatar. Com sua morte na cruz, Jesus devolve-nos a dignidade de filhos e filhas de Deus. Deus vem nos perdoar. Ele vem para nos socorrer e nos trazer a esperança da ressurreição.

Nós não podemos isolar a Sexta-Feira da Paixão do Domingo da Ressurreição, ainda assim, faz-se fundamental viver e celebrar intensamente este dia. Pois, de modo semelhante, não existe Domingo da Páscoa sem o sacrifício na cruz.

Pensando nesta perspectiva litúrgica, na Paróquia Luterana Caminho da Fé (Comunidade Luz no Mundo) estamos celebrando o TRÍDUO PASCAL. Na quinta-feira celebramos o Lava-pés e, nesta sexta-feira realizamos, o assim chamado, OFÍCIO DAS TREVAS.

Esta celebração foi conduzida pelo Grupo de Jovens Ágape. Esteve permeada  por momentos de oração, clamor, silêncio, reflexão e adoração. Cada pessoa presente teve a oportunidade de refletir sobre o sofrimento de Cristo e o significado disto para a nossa vida.

A história da Sexta-Feira da Paixão foi narrada conforme o evangelista João. E, o Grupo que conduziu a liturgia interpretou os textos através de um teatro falando sobre o compromisso da pessoa cristã a partir da experiência com a cruz de nosso Salvador.


Neste Sábado de Aleluia, às 20hs vamos realizar a Vigília Pascal. E, no alvorecer do domingo, às 6 horas, celebraremos o Culto Eucarístico da Ressurreição.

Pastor Marcelo
Paróquia Luterana Caminho da Fé
Alta Floresta D’oeste-RO

(Sínodo da Amazônia - IECLB)

Comunidades celebram Culto da Paixão na Paróquia Caminho da Fé

A Sexta-Feira da Paixão caracteriza-se por propor uma reflexão profunda sobre o abandono, o sofrimento e a morte que sofreu o Senhor Jesus Cristo. A Igreja cristã vê esse dia como uma oportunidade de parar e dar vazão ao pranto, ao luto e à dor, todos advindos da consciência do grande sofrimento pelo qual passou o Senhor.

As leituras bíblicas narram os acontecimentos das últimas horas de vida de Jesus. Os conteúdos da Sexta-Feira da Paixão inspiraram diversas moldagens litúrgicas. Em algumas comunidades acontecem encenações da Paixão de Cristo.

Hoje, em nossa Paróquia aconteceram três Cultos da Paixão durante o dia:
1) A Comunidade Cristo Redentor se reuniu às 9hs para meditar acerca do sofrimento de Cristo e esperar pela ressurreição de nosso Senhor.
2) No mesmo. horário a Comunidade Alto Alegre também celebrou culto. O Grupo de Jovens “JA2” organizou uma encenação para retratar o compromisso da Igreja Cristã a partir do sacrifício de Cristo em nosso favor.

3) Na parte da tarde, às 14hs, a Comunidade Rio Branco também celebrou o Culto da Paixão e afiançou sua esperança na ressurreição e na vida eterna em cristo Jesus.

CULTO DA PAIXÃO NA COMUNIDADE ALTO ALEGRE

CULTO DA PAIXÃO NA COMUNIDADE RIO BRANCO

Pastor Marcelo
Paróquia Luterana Caminho da Fé
Alta Floresta D’oeste-RO
(Sínodo da Amazônia - IECLB) 

Culto de Lava-Pés é celebrado na Paróquia Luterana Caminho da Fé

Acabamos de celebrar a primeira parte do Tríduo Pascal. O culto de Quinta-Feira da Santa foi celebrado em espírito de arrependimento, de confissão e proporcionou que cada participante refletisse sofre sua caminhada de fé.

Na verdade, durante todo o tempo da Quaresma, que antecede a celebração do Tríduo Pascal, estamos constantemente numa caminhada comunitária que procura refletir qual o projeto de amor de Deus para a nossa vida.

O culto de Quinta-Feira da Santa nos auxilia a compreender a perspectiva da comunidade de servidores e servidoras. Jesus ilustrou isso claramente ilustrada no lava-pés por Ele realizado, o qual nós rememoramos. Com o gesto do lava-pés, o culto que celebramos procurou ressaltar ressaltou a dimensão do servir. Servir caracteriza a comunidade que carrega o nome de “cristã”.

A noite da Quinta-Feira Santa foi muito significativa para Jesus e sua comunidade de discípulos. Nessa noite Jesus jantou pela última vez com eles. Foi um tempo de intimidade e de comunhão muito importante para todos os que estiveram ali. Também nós, na celebração que acabamos de realizar, pudemos sentir essa intimidade com Cristo, pois somos comunidade de Jesus.

No final da celebração eucarística o altar foi desnudado. Enquanto isso, a comunidade ouviu o Salmo 22 e foi convidada para retornar amanhã, pois as celebrações do Tríduo Pascal continuam.


Amanhã, Sexta-Feira da Paixão, às 19 horas, 
vamos celebrar o Ofício das Trevas.
Venha e continue celebrando este tempo pascal com a gente!

Pastor Marcelo
Paróquia Luterana Caminho da Fé
em Alta Floresta D’oeste-RO

(Sínodo da Amazônia - IECLB)

Estudando e praticando Liturgia

A Paróquia Luterana Caminho da Fé em Alta Floresta D’oeste (RO) tem uma longa e bonita caminhada na qual as lideranças tomam frente nas atividades litúrgicas da vida de culto das comunidades.

Já há anos que, especialmente no tempo da Páscoa, lideranças que receberam formação litúrgica se colocam a serviço das comunidades nas celebrações da Semana Santa.

Neste ano de 2014 estamos iniciando mais um projeto. Queremos celebrar o Tríduo Pascal!

Muito nos alegrou quando marcamos os encontros de formação e diálogo litúrgico e várias pessoas (jovens, adultos e idosos) acolheram a ideia e abraçaram o projeto.

De forma especial, montamos uma Equipe Litúrgica que ficou responsável de organizar e celebrar o Culto de Lava-pés, na Quinta-Feira Santa, e o Culto da Ressurreição, no Domingo da Páscoa.

A celebração do Ofício das Trevas, na Sexta-Feira da Paixão, ficou a cargo do Grupo de Jovens Ágape. E Vigília Pascal será feita em forma de Estudo Bíblico e Grupo de Oração.

Para nós, como Paróquia Luterana, é uma alegria contar com o valioso trabalho das lideranças históricas e das novas lideranças que estão surgindo.

Abaixo, uma foto com a Equipe Litúrgica responsável pelo Culto de Lava-pés:



O culto de Lava-pés acontece às 19 horas do dia 17 de abril (Quinta-Feira Santa)
Pastor Marcelo 

CELEBRANDO O TRÍDUO PASCAL

Em nossa Paróquia estamos nos preparando para iniciar as celebrações da Semana Santa. Aqui vamos realizar o TRÍDUO PASCAL. Junto à Equipe Litúrgica realizamos um estudo sobre o que é o Tríduo Pascal. A seguir, compartilhamos o resumo do que estamos estudando para celebrar a Páscoa em Comunidade: 

O TRÍDUO PASCAL


         É uma característica humana marcar os tempos. Distinguem-se os tempos comuns, em que não acontece nada de extraordinário, dos tempos especiais, sagrados, em que se lembram de eventos centrais.
Também os cristãos marcam o tempo. Muito cedo, os primeiros cristãos destacam um dia da semana para ser o dia especial para suas reuniões. Esse dia é o domingo. Ele celebra a ressurreição do Senhor. Portanto, cada domingo é uma pequena páscoa para os cristãos.
O Tríduo Pascal é o auge de todo o ano litúrgico. Celebra a paixão, morte e ressurreição de Jesus numa única festa, com duração de três dias.
É muito importante ter uma equipe de liturgia que prepare o culto, assuma tarefas e coopere na celebração. A música faz parte da liturgia. Será importante ter um grupo responsável pela música que acompanhe os cantos litúrgicos e os hinos da comunidade.
Recordemos, o “Tríduo Pascal” é uma festa única, mas que acontece em três dias:

A QUINTA-FEIRA SANTA[1] é o último dia da Quaresma e é também o primeiro dia do Tríduo Pascal. Na Quinta-Feira rememora-se o último encontro de Jesus com sua comunidade de discípulos: nesta celebração acontecem três atos litúrgicos expressivos: 1) o “lava-pés”;[2] 2) a “Última Ceia”[3] e 3) o “Desnudamento do Altar”.[4]
COMO ACONTECE: A celebração acontece como de costume. Mas, após as leituras bíblicas explica-se o que é o lava-pés e todas as pessoas são convidadas para participarem deste ato. (serão necessárias bacias e toalhas e aventais ou panos brancos para amarrar na cintura.) Depois disto, enquanto o/a ministro/a lava as mãos, canta-se um hino para recolhimento das ofertas, os elementos da ceia são levados à mesa do altar e celebra-se a última ceia. Ao final do culto, enquanto alguém lê o Salmo 22, a Equipe Litúrgica faz o desnudamento do altar. Após isto todos são convidados para o culto da sexta-feira e encerra com um hino que faça lembrar o sofrimento de cristo.
REFLEXÃO: O culto da Quinta-Feira da Paixão não quer apenas lembrar os acontecimentos das últimas horas de vida de Jesus com sua comunidade de discípulos, mas propor uma retomada comunitária no sentido de buscar ser uma comunidade que serve. Sendo uma comunidade que serve, ela assume o projeto de amor de Deus, do Deus que ouve e se empenha pelos que sofrem, pelos que clamam por sua ajuda.

Na SEXTA-FEIRA DA PAIXÃO realizamos uma celebração na qual se propõe uma parada para reflexão e meditação sobre a crucificação, a morte e o abandono que sofreu Jesus.
COMO ACONTECE: O altar está desnudado. A mesa estará sem toalhas claras, sem flores, apenas com o paramento preto. A estante de leitura e o púlpito também terá o antepêndio preto. Haverá apenas uma Bíblia e 7 velas que serão apagadas ao longo dos atos litúrgicos. O templo deve estar escurecido.[5] Para lembrar o tenebroso que foi a morte de Cristo. A mensagem do culto pode ser feita em forma de teatro, ou encenação de textos bíblicos sobre a Paixão de Cristo.
As leituras bíblicas narram os acontecimentos das últimas horas de vida de Jesus: a prisão no Getsêmani, a negação de Pedro, o interrogatório feito por líderes religiosos (Anás e Caifás) e político (Pilatos), a opção do povo por libertar Barrabás, a tortura física ‘a qual foi submetido Jesus, a caminhada até o Calvário, a crucificação, as últimas palavras de Jesus na cruz, sua morte e o sepultamento. Baseiam-se, por via de regra, no texto do evangelista João, capítulos 18-19.  O tema dos hinos é o sofrimento e a morte de Jesus, a prova do amor de Deus para com a humanidade. Recomenda-se que os cantos sejam projetados no Data Show.
REFLEXÃO: Este culto lembra o trajeto de Cristo para a cruz. A celebração da Sexta-Feira da Paixão acontece num clima de silêncio e meditação. Ela quer ajudar a comunidade a entender o que Cristo sofreu em nosso favor e motivar para que vivamos em plenitude a vida que ele nos concedeu.

No SÁBADO SANTO, acontece a Vigília Pascal que é um momento de ler a bíblia, entoar cânticos de fé e esperança, na expectativa da Ressurreição de Cristo.
COMO ACONTECE: O altar continua da mesma forma como esteve na sexta-feira. Pode-se arrumar o templo de forma que as pessoas sentem-se em círculos. A Comunidade se reúne para ler textos bíblicos do Antigo Testamento, dos Salmos, dos Evangelhos e das Epístolas e canta hinos que enfatizam a fé e a esperança na ressurreição. Elemento importa desta celebração, interligando-a com a Liturgia do domingo e a Recordação Batismal.
REFLEXÃO: A vigília é importante, pois nos faz recordar que sempre devemos estar vigilantes e atentos para a volta de Cristo, pois nós esperamos novos céus e nova terra onde habita a justiça.

O DOMINGO DA PÁSCOA (RESSURREIÇÃO), é a grande festa comunitária que acontece no Tríduo Pascal. Depois de vivenciar a quaresma e passar pela semana da paixão de Cristo, vamos juntos cantar ALELUIA e render GLÓRIAS porque cremos e confiamos que Jesus ressuscitou!
COMO ACONTECE: A Comunidade se reúne como de costume, mas o altar ainda estará da mesma forma como esteve na sexta-feira. Enquanto a Comunidade canta o primeiro hino, o pastor e a Equipe Litúrgica entra trazendo as toalhas, os paramentos, as velas, a Bíblia e as flores para enfeitar o altar. Feito isto, alegremente, o pastor saúda a Comunidade, faz a invocação trinitária, recordando a ressurreição de Cristo e segue-se o culto como de costume.
REFLEXÃO: O culto de Páscoa, da ressurreição, quer nos animar a crer e confiar que assim como Cristo ressuscitou, do mesmo modo seremos ressuscitados no último dia e nos encontraremos com todos aqueles que nos antecederam na morte. É um culto de Esperança e plena fé em Deus.[6]

Pastor Marcelo
Paróquia Luterana Caminho da fé 
Alta Floresta D’oeste-RO (IECLB)


[1] A cor litúrgica da Quinta-Feira da Paixão é o branco.
[2] Evangelho de João 13. 1-15..
[3] Primeira Epístola de Paulo aos Coríntios 11 23-26..
[4] Evangelho de Marcos 15.24.
[5] Podem ser muito úteis também algumas lanternas.
[6] Este estudo foi elaborado a partir do livro: GEORG, Sissi. Tríduo Pascal. São Leopoldo: EST, 2001. 172 p.

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