A "Nova Aliança" e a "Reforma" - prédica sobre Jeremias 31. 31-34


       Você tem uma aliança no dedo? Sim? Não? Eu uso duas. Cada uma delas têm um significado e um compromisso para mim. A aliança é um símbolo que recorda e faz notar um compromisso que foi assumido e deve ser cumprido.
       Assim somos nós. Precisamos fazer alianças. É muito natural que façamos acordos, tratados, isto é, alianças, e busquemos simbolizar nossos compromissos. As alianças acontecem em todas as esferas da vida humana:
        A) um casal faz aliança entre si e vivem o matrimônio;
       B) duas ou mais empresas fazem alianças entre si para alcançar determinado público de consumidores ou para vencer economicamente alguma outra empresa, representação ou revendedora;
    C) vários países fazem alianças para controlar e dialogar questões de economia e comércio. O MERCOSUL é um exemplo disto.
       E, assim vão acontecendo as alianças que, normalmente, vêm acompanhadas de direitos e deveres. Numa aliança é necessário cumprir as regras para que haja êxito e sucesso.
       O grande problema vem quando alguém quebra a aliança. Quando pelo menos uma das partes envolvidas não cumpre o que foi estipulado. Quando um dos envolvidos na aliança não age de acordo com o que foi pré-estabelecido, infringindo as regras ou burlando as normas. Nestes casos, começam a desavenças, os desacordos, as batalhas judiciais, as multas, as separações, enfim, a extinção da aliança. E, nunca mais queremos fazer aliança com essa pessoa, grupo ou corporação.
       Pelo que já se percebeu, nós seremos humanos, homens e mulheres, vivemos baseados em acordos, contratos, a saber, alianças. Parece que nós precisamos de alianças para viver, caminhar, ter objetivos e alcançar metas. De tal modo, Deus vem ao nosso encontro e, para que possamos compreender sua ação em nosso favor, Ele faz alianças conosco. Ele usa essa linguagem, das alianças, porque é compreensível ao nosso intelecto.
       A história do povo de Deus é uma história de alianças. Sempre e incansavelmente, Deus faz alianças com seu povo, seus filhos e filhas:
       1) o primeiro exemplo de aliança acontece após o Dilúvio, quando Deus promete a Noé que jamais iria destruir a humanidade através de catástrofe natural, tal como havia ocorrido. O arco-íris tornou-se símbolo desta aliança firmada. (Gn 9. 8-17)
     2) outro exemplo é a aliança feita com Abraão e seus descendentes. Deus prometeu que faria de Abraão uma grande nação. O símbolo desta aliança é a circuncisão. (Gn 15. 9-21; Gn 17)
          3) agora, para o povo de Deus, a aliança mais conhecida, a mais importante, a aliança central, é aquela firmada quando o povo foi liberto da escravidão do Egito. Eles estavam no deserto, Moisés subiu o Monte Sinai, lá recebeu a Lei de Deus, inscrita em duas tábuas de Pedra. (Ex 19-24)
       Nesta aliança Deus prometeu que garantiria o destino e a vida do povo. Ele, Deus, cuidaria de cada um dos seus filhos e filhas. Sob qual condição? Apenas deveriam reconhecer que Ele, o Deus Eterno, é o nosso Deus. Ele é o nosso protetor. Deveriam seguir os preceitos inscritos nas tábuas da lei. Ser fieis somente a este Deus!
       Conforme nos conta o profeta Jeremias, o povo não foi capaz de cumprir com essa aliança. O povo de Deus foi relapso e não fez jus à lei de Deus. Não cumpriu com sua parte no acordo, na aliança que fora firmada.
       Em nossas relações humanas, quando alguém rompe uma aliança, em quase cem por cento das vezes, nunca mais iremos firmar qualquer aliança que seja com esta pessoa. Mas Deus, conforme nos conta o profeta, não desiste do povo. Ele não desiste de seus filhos e filhas. Por isso, Deus diz que fará uma Nova Aliança com seu povo.
       Essa Nova Aliança vai ser diferente da Antiga Aliança. Deus não vai mais inscrever suas regras, leis e mandamentos em tábuas de Pedra. Ninguém vai precisar ficar cobrando e vigiando quem está cumprindo ou não com a Aliança. A Nova Aliança, Deus a imprimirá nas mentes e nos corações do povo. Todos os filhos e filhas de Deus, jovem ou mais velho, saberão quem é Deus. Todos conhecerão a vontade de Deus, porque Deus vai perdoar todos os pecados e não se lembrará mais de qualquer iniquidade que tenhamos cometido.
       A Nova Aliança foi firmada em Jesus Cristo. Através da vida, morte e ressurreição de Cristo, Deus fez uma Nova Aliança com seu povo. Ele perdoou-nos todos os nossos pecados. Resgatou-nos de uma vida perdida e sem sentido. Concedeu-nos novas esperanças. Ele não nos cobra nada nesta Nova Aliança. Quer apenas que sejamos gratos e lhe sirvamos livremente em amor e bondade, pois Cristo Jesus, inscreveu em nossos corações o mandamento do amor: amor a Deus acima de tudo e ao próximo como a nós mesmos. Os sacramentos nos falam desta Nova Aliança: o Batismo nos insere na Nova Aliança e Ceia do Senhor nos compromete com esta Nova Aliança.
       A Escritura nos testemunha que, através de Jesus Cristo, Deus firmou conosco a Nova Aliança, salvando-nos por graça e fé. Acontece que o tempo foi passando; a Igreja foi se institucionalizando; a Bíblia foi sendo deixada de lado; e, consequentemente, o povo de Deus foi se esquecendo desta perpétua, irrevogável e eterna Nova Aliança que Deus fez conosco.
       Quem sabe seja por isso que Lutero precisou fazer a Reforma da Igreja. No dia 31 de outubro de 1517 Martim Lutero iniciou um processo que culminou no melhoramento da vida doutrinária e espiritual da Igreja. Lutero lutou incansavelmente para que os filhos e filhas de Deus se reconhecessem sujeitos à Nova Aliança, firmada em Cristo Jesus.
       Uma maneira que Lutero encontrou para nos explicar o que é a salvação em Cristo Jesus, com suas consequências para nossa vida já aqui e também no Reino eterno, foi através da famosa “Rosa de Lutero”. Por isso, podemos, resumidamente, arriscar-nos a explicar o que é a Nova Aliança que Deus fez conosco, fazendo uso deste símbolo:
 CRUZ (preta) – faz-nos recordar a forma como Deus vem ao nosso encontro, salvando-nos e firmando a Nova Aliança através de Jesus Cristo;
    CORAÇÃO (vermelho) – afirma que a vida é pulsante; salvando-nos do pecado, na Nova Aliança, Deus concede-nos uma nova vida;
ROSA (branca) – branco é a cor da pureza. Na Nova Aliança, foi Jesus Cristo que nos resgatou para uma vida pura, sem mácula, mancha ou pecado;
FUNDO (azul) – o azul é a cor que representa a eternidade. A Nova Aliança é eterna. Ela vale para sempre. Ela é perfeita, pois não depende de nós. Depende unicamente de Deus. A salvação é graça divina!

ALIANÇA (anel dourado) – esta aliança dourada representa a Nova Aliança que Deus fez com todos nós. Lembra as dádivas que recebemos através de Jesus Cristo para vivermos com fé em Deus e praticarmos o amor ao próximo. Esta aliança de Deus conosco é eterna. A Nova Aliança quer nos fazer recordar do amor de Deus por nós. E, em gratidão a Deus, demonstramos esse amor nas nossas relações cotidianas.

       A pergunta que fica é: estamos levando essa Nova Aliança a sério? Queremos crer e confiar que a Nova Aliança, firmada em Cristo Jesus, é orientadora para nosso agir cristão. Peçamos a Deus, para que Ele continue inscrevendo sua Lei, a lei do amor, em nossas mentes e corações, para que vivamos uma vida reta, agradável e sublime em sua presença, hoje e eternamente. Amém!

                                                                               Marcelo Peter

A música de Bach como legado da Reforma Luterana


No mês da Reforma Luterana faz-se interessante recordar um dos legados que conta a nossa história: a música. 
A Reforma deu um novo impulso para a produção musical. Quem sabe o compositor luterano mais conhecido seja Johann Sebastian Bach que, a seu modo, fez uma revolução na música sacra.

No vídeo que segue, parte integrante de um documentário produzido e exibido pela BBC de Londres, conta-se um pouco da história de Bach e o legado da Reforma.
Marcelo Peter

“Yo no tengo nada, pero todo lo que tengo…”


“Yo no tengo nada, pero todo lo que tengo…”
“Él me dio…, pero yo no gané nada…”
(escrito em dezembro de 2009)
 A veces se nos pasan cosas que parecen un tanto cuanto raras. Creo que con usted seguramente ya ha pasado algo muy torpe, fuera del patrón y usted de pronto se puso a reír. Bien, ¿Por qué estoy hablando de esto? Bueno, esto se nos pasó a poco a mí y a un grupo de chavos que estábamos en la calle de la ciudad. Más bien, estábamos en el parque de la ciudad. Estábamos riendo de cosas muy graciosas que contábamos uno al otro (chistes, cuentos de la vida y otras cosas) cuando una persona totalmente embriagada se puso a la par e intentaba charlar con nosotros (por lo menos era eso que se parecía suceder).

Lo que pasa es que, mientras hablábamos y él decía cosas raras, a veces algunas de esas cosas eran muy graciosas y tenían un sentido mismo que sin sentido alguno. Él dijo: “Mira, yo no tengo nada, pero todo lo que tengo es de Estados Unidos”.  Otra frase que cayó ante nosotros como una piedra en el agua fue “Él me dio todo, pero yo no gané nada.” Creo que aún hay otras frasis que él tenga dicho, pero nada más estas ya nos hicieron caer por suelo en risas. Fue demasiado chistoso oír cosas así, un cuanto como que sin sentido, bien como también contradictorias. ¡Aquella noche la risa estuvo garantizada!

Saliendo de la calle, de regreso a la casa, al hogar de mí mamá, fue caminando y poniéndome a pensar en aquello.  En verdad lo que él (la persona ebria) había dicho de verdad era muy gracioso, interesante, chistoso, pero no solamente. Había que existir algo más. ¡Y, realmente, lo hay!

¿Cuál es la razón que lleva aquel hombre a vivir en ebriedad? ¿Por qué él no tiene nada? ¿Cuál es el motivo para que él piense que gana cosas, pero esas cosas no le sirven para nada?

Podríamos leer hojas y hojas con interrogantes con la finalidad de nos conllevar a un punto de raciocinio relativo a la temática, sin embargo con estas ya podemos hablar muchísimo. Lo que ha llevado a que muchas personas vivan sin esperanza, lo que ha llevado a que muchas personas no logren tener oportunidades en la vida es la injusticia existente en todo el mundo, en donde unos son privilegiados y otros son excluidos. 

Esto ocurre en todos los espacios, por ejemplo: en empresas en donde no se logra empleos buenos por cuenta de la baja tasa de escolaridad de la gente sencilla y vulnerable. Esto ocurre por cuenta de los históricos de explotación social tan presentes en la vida de nuestra América Latina, sea donde aportaran los españoles, sea donde aportaran los portugueses, sea donde dominaran los ingleses por medio de la decadencia de los imperios Luso y Castellano, sea donde domina hoy Estados Unidos. El ultimo de la lista domina casi toda Latinoamérica, pero hay algunos sitios en donde de verdad es dueño o por lo menos se cree dueño, como ocurre ahora en Haití, al intentar controlar hasta mismo la manera de trabajar para la reconstrucción del país después de la destrucción ocurrente del terremoto.

Y en su contexto, en su vida, en su familia, en su trabajo, “sea donde sea” ¿no pasa algo raro también? No seamos torpes, insensatos. Es nuestra tarea luchar y ser fuertes para lograr vivir en una sociedad más justa, fraterna, solidaria, humana, y sin prejuicios. ¡Luchemos en nuestro espacio de vida, luchemos por la vida! Luchemos para que no necesitemos “ganar no ganando nada”, luchemos para “tener y realmente tener”, es decir, mantengamos nuestra independencia (pero, de esto hablemos en otro momento.).

Marcelo Peter

Prédicas temáticas sobre a Reforma


Outubro é o mês da Reforma. 
Isto, porque no anno Domini de 1517, no décimo mês, aos 31 dias, foram afixadas, na porta da Igreja do Castelo em Wittenberg, na Alemanha, as 95 teses ou proposições de Lutero que culminaram no processo de melhoramento da vida, doutrina e espiritualidade da Igreja Cristã.

Em nossas comunidades da IECLB estamos refletindo acerca da história, teologia e desdobramentos da Reforma do século XVI.

O amigo Luiz Temóteo Schwanz, graduado em teologia pela Faculdades EST, que está fazendo seu Período Prático de Habilitação ao Ministério (PPHM) na Comunidade da Consolação em Curitiba – PR, elaborou  duas prédicas temáticas sobre a Reforma.

Clique na imagem ao dos títulos e faça o download:



Marcelo

31 de Outubro de 1517


31 de outubro de 1517! Desde aquela data até os dias atuais já se passaram 495 anos. Desde aquela data a Igreja Cristã não foi mais a mesma. Mais uma vez, neste mês celebramos o Dia da Reforma Luterana.

A Reforma iniciou quando o monge Martim Lutero afixou as famosas 95 teses à porta da Igreja do Castelo de Wittenberg, na Alemanha. Este fato gerou um dos maiores debates teológicos e acabou dando um novo rumo à história da Igreja.
Martin Lutero, em sua ação reformatória, dentre muitas ações, demonstrou que a música é uma maravilhosa dádiva de Deus para ser usada no louvor e na pregação da Palavra de Deus.

Lutero, o Reformador da Igreja, incrementou a vida cúltica da comunidade de fé com o canto. Assim, a fé explodiu em canto comunitário, que foi a maior reforma musical no século 16.

Cantar em comunidade passou a ser uma característica central do culto. Hinos passaram a fazer parte da liturgia e não eram mais um canto anexado aleatoriamente ao culto.

A música na Igreja Luterana aponta para além dela mesma: aponta para o Cristo. Através dos hinos se ensina teologia, se traz consolo e alegria. Lutero compôs muitos hinos e o mais famoso deles é “Castelo Forte”.

Confira abaixo, através do vídeo, este hino que identifica a Igreja Luterana em todo o mundo:


Marcelo Peter

Martim Lutero: o grande reformador


“No cárcere, sentenciado pelo Papa a ser queimado vivo, João Huss disse: "Podem matar o ganso [...], mas daqui a cem anos, Deus suscitará um cisne que não poderão queimar".

Enquanto caía a neve, e o vento frio uivava como fera em redor da casa, nasceu esse "cisne", em Eisleben, Ale­manha. No dia seguinte, o recém-nascido era batizado na Igreja de São Pedro e São Paulo. Sendo o dia de São Martinho, recebeu o nome de Martinho Lutero.

Cento e dois anos depois de João Huss expirar na fo­gueira, o "cisne" afixou, na porta da Igreja em Wittenberg, as suas noventa e cinco teses contra as indulgências, ato que gerou a Grande Reforma. [...]

[...] a alma de Lutero suspirava por Deus, acima de to­das as coisas. [...] Certo dia Lutero achou, na biblioteca do convento, uma velha Bíblia latina, presa à mesa por uma cadeia. Achara, enfim, um tesouro infinitamente maior que todos os tesouros literários do convento. [...] Até aquela ocasião, supunha que as pequenas porções escolhidas pela igreja para serem lidas aos domingos, constituíssem o todo da Palavra de Deus. Depois de uma longa leitura, exclamou: "Oh! se a Providência me desse um livro como este, só para mim!"

Continuando a ler as Escrituras, o seu coração começou a perceber a luz, e a sua alma a sentir ainda mais sede de Deus. [...] Para Lutero, a salvação da sua alma ultrapassava qualquer outro anelo. [...] o vigário geral da ordem agostiniana, Staupitz, visitou o convento. Era homem de grande discer­nimento, e devoção enraizada; compreendeu logo o proble­ma do jovem monge; ofereceu-lhe uma Bíblia na qual Lu­tero leu que "o justo viverá da fé". Por quanto tempo tinha ele anelado: "Oh! se Deus me desse um livro destes só para mim!" - e agora o possuía! Na leitura da Bíblia achou grande consolação, mas a obra não podia completar-se em um dia. [...]

Depois de completar vinte e cinco anos de idade, Lutero foi nomeado para a cadeira de filosofia em Wittenberg, para onde se mudou para viver no convento da sua ordem. Porém a sua alma anelava pela Palavra de Deus, e pelo co­nhecimento de Cristo. No meio das ocupações do professorado, dedicou-se ao estudo das Escrituras e no primeiro ano conquistou o grau de baccalaureus ad bíblia. [...] Um dos mais afamados professores de Leipzig, conhecido como a "Luz do Mun­do", disse: "Este frade há de envergonhar todos os douto­res; há de propalar uma doutrina nova e reformar toda a igreja, porque ele se baseia na Palavra de Cristo, Palavra à qual ninguém no mundo pode resistir, e que ninguém pode refutar, mesmo atacando-a com todas as armas da filoso­fia.
[...]

Em outubro de 1517, Lutero afixou à porta da Igreja do Castelo em Wittenberg, as suas 95 teses, o teor das quais é que Cristo requer o arrependimento e a tristeza pelo peca­do e não a penitência. Lutero afixou as teses ou proposi­ções para um debate público, na porta da igreja, como era costume nesse tempo. Mas as teses, escritas em latim, fo­ram logo traduzidas em alemão, holandês e espanhol. 

An­tes de decorrido um mês, para surpresa de Lutero, já esta­vam na Itália, fazendo estremecer os alicerces do velho edifício de Roma. Foi desse ato de afixar as 95 teses da Igreja de Wittenberg, que nasceu a Reforma, isto é, que to­mou forma o grande movimento de almas que em todo o mundo ansiavam voltar para a fonte pura, a Palavra de Deus.”

*Extratos textuais da Biografia de Lutero no livro "Heróis da Fé" de Orlando Boyer.

* Biografia completa Lutero: Clique na imagem e baixe para ler: ------->


* Veja o Áudio Livro com a biografia de Lutero: 

Marcelo Peter

Seminário Nacional do PPHM



Gratidão, compromisso, responsabilidade, aprendizado, transformação. Estas são algumas das muitas palavras e sentimentos que expressam o significado do Seminário Nacional do Período Prático da IECLB. Ele está acontecendo deste o dia 30 de setembro até 06 de outubro em Curitiba-PR.

O Período Prático de Habilitação ao Ministério (PPHM) é parte integrante do processo de formação para exercer o Ministério com Ordenação na IECLB. Assim, o PPHM visa o desenvolvimento e a preparação de candidatos ao exercício do Ministério com Ordenação.

Em agosto e setembro deste ano 27 candidatos e candidatas ao Ministério iniciaram o PPHM em comunidades e paróquias da nossa Igreja. Após quase dois meses de Período Prático nos encontramos em Curitiba para o Seminário Nacional, no qual estamos compartilhando as primeiras impressões e as peculiaridades do contexto. Igualmente, estamos refletindo acerca de como queremos caminhar e desenvolver, juntamente com mentores, mentoras e lideranças, este tempo de aprendizado prático que a igreja nos oportuniza.

A semana tem sido intensa. Participamos de palestras gratificantes que nos fazem recordar temas fundamentais para o Ministério da Igreja. Aprendemos conteúdos e práticas que orientam e conduzem para um saudável relacionamento da vida de fé. Estamos revendo velhos amigos, amigas e fazendo novas amizades.

Deus nos vocacionou para servi-lo através do Ministério na Igreja. O Período Prático é tempo de afiançar a certeza da vocação. Assim, nos colocamos diante de Deus e junto com o salmista, rendemos graças a Deus, porque Ele é bom e sua misericórdia dura para sempre (Sl 136.1). 

Ministros Religiosos Candidatos e Ministras Religiosas Candidatas ao Ministério.