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Marcelo Peter

Você conhece o Salmo 23?

Vou começar com uma pergunta retórica: você conhece o Salmo 23? Este salmo não somente é um dos mais populares, como também é o texto bíblico preferido de muita gente. Popularmente ele serve para as situações mais diversas da caminhada. Para bons e maus momentos. O Salmo 23 exprime o relacionamento da pessoa com Deus.

Em geral, todos os Salmos falam da experiência humana com Deus. normalmente exprimem experiência de júbilo e tristeza, vitória e fracasso; sempre mostrando como deve ser o relacionamento com Deus. De forma especial, o Salmo 23 quer encorajar-nos a perceber que Deus está no controle das nossas vidas, dos nossos sonhos e projetos, como também das nossas emoções, dos nossos sentimentos. Ele está conduzindo nossa saúde física e mental, quando "deixamos" Ele nos conduzir.

O Deus que nos criou conhece a nossa essência, sabe o quanto somos frágeis e certamente conhece os nossos problemas e nossas dificuldades. Quando confiamos plenamente em Deus, tal como o autor deste lindo Salmo testemunha, então não andamos sozinhos pelo vale da sombra da morte. Pelo contrário, quando confiamos em Deus acima de tudo, ele é nosso Bom Pastor, que renova as nossas forças e nos guia por caminhos certos...

O Salmo 23 fala da confiança e da fé em Deus. O Salmista escreveu: certamente que a bondade e misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida. Através destas palavras, o salmista nos mostra que Deus não é inacessível, distante ou indiferente. É um Deus que nos ama e que cuida de nós. Ele sempre nos procura e nos encontra.

A pessoa que escreveu este salmo é alguém que reconhece em Deus aquele que satisfaz "todas as suas necessidades". O autor deste salmo não encontra motivos para lamentar e tampouco argumentos para questionar o seu Deus sobre as adversidades da vida.

Mas, o salmista também não é ingênuo a ponto de pensar que tudo na vida é como num conto de fadas. A pessoa que escreveu o Salmo 23 admite e reconhece que existem adversidades na vida, quando ele escreve: "Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte."

Apesar da bondade e do poder de Deus sabemos que as dificuldades continuam apresentando seus sinais. Muitas dificuldades existem na vida. Pode ser uma enfermidade, desemprego, conflito familiar ou qualquer outra adversidade. Ou seja, muitas vezes o inimigo pode estar em nós mesmos.

O autor do Sl 23 revela como a partir da fé podemos ver as coisas de outro modo. Podemos confiar no amor e no cuidado de Deus que é acima de todas as coisas. Deus, em Jesus Cristo, é nosso Bom Pastor.

Considero que o mais importante neste Salmo é a afirmação da certeza da presença de Deus em meio às dificuldades da vida. Quando tudo vai bem não temos muita dificuldade para afirmar a fé em Deus. Mas afirmar a certeza da presença de Deus nas horas mais difíceis é profunda confissão de fé. É realmente fé!

Marcelo Peter

O inferno existe


Como lidamos com a vida? Como vivemos? Esse bucólico questionamento não é tão simples de ser respondido. A primeira vista a resposta parece tranquila, todavia num meticuloso olhar a contestação é nebulosa.

A forma de viver a vida faz toda a diferença. O jeito de lidar com as decisões é necessariamente essencial para o “caminhar” do ser humano. A certeza nas decisões fundamenta os passos.

Nossa vida oscila sempre. Nossas emoções variam perpetuamente. Nosso estado de ânimo, de espírito, ondulam constantemente. A forma como vislumbramos a vida faz a diferença.

Nem todos acreditam no inferno. Muitos, milhares e até milhões não acreditam no inferno, mas vivem como num inferno. Suas vidas estão entregues à desgraça da falta de esperança. Seus dias estão acorrentados à intragável realidade da desesperança. Não conseguem vislumbrar uma realidade distinta, diferente e contagiada de felicidade.

Muita gente não crê no inferno. Não crê mesmo! O inferno enquanto espaço físico e geográfico é uma “balela” da teologia e religiosidade medieval. Mas essa “muita gente” não precisa crer na existência do inferno como algo exterior e localizado em algum espaço. Elas têm o inferno incrustado nelas. O inferno as acompanha e com elas acasala a todo instante.

Essa realidade do inferno não medieval, o moderno, aquele que não tem espaço físico, mas mental, psicológico e vivencial é chamado de “o mal do século”. Seu codinome é “DEPRESSÃO”.

Hoje virou moda não crer em formulações tradicionais da religiosidade. Essas formulações ganharam uma nova roupagem, um novo traje. A depressão, e os desastres com ela advindos, diminuem a necessidade da existência infernal exterior. O inferno dorme junto, acorda junto e vive junto com o ser humano. Não precisamos mais temer a condenação ao tormento eterno no além. O aquém já é um tormento para quem não observa o raiar da esperança na vida, na nova vida que Cristo nos conquistou.

São muitos os motivos que levam as pessoas a viverem acompanhadas do inferno do novo século. Por isso mesmo é mais importante ainda ressaltar que o amor de Deus nos acompanha e nos anima a ser reconduzidos para a viva esperança em Cristo até mesmo no mais profundo abismo de tormento infernal.

Por intermédio da fé viva e atuante proveniente da ação bondosa e graciosa de Deus em Jesus Cristo, todos nós conseguimos passar pelo inferno depressivo da vida mortificada e retornar a uma nova e real esperança para uma vida que seja vivificante e revigorante.

A comunhão de fé; a meditação na palavra de Deus; o encontro com Deus, conosco mesmos e com o próximo é o elixir para vivenciar novos horizontes de fé. A comunhão cristã derruba o muro que nos impede de ver a vida verdadeira. Com Deus o inferno deixa de existir, pois Ele, em Cristo, venceu o mal que nos impedia.

Fortaleça a fé, a esperança e o amor em Deus. Ele te conduzirá pelos caminhos da esperança de um céu aqui mesmo e depois e assim o inferno não existirá.

Marcelo Peter

Tudo muda, Cristo nunca!

Às vezes a nossa história contemporânea é útil e propícia para que reflitamos acerca de determinados assuntos. A música que se torna popular entre os jovens é uma forma de analisar e ver a história.

Pra começar, por acaso você ainda se recorda quem é Felipe Dylon? Arrisco-me a dizer que, caso você se recorde, tem apenas uma vaga memória de quem seja. Eu precisei ir ao Google pra relembrar quem é: foi em 2004 que ele fez sucesso com suas “musiquinhas”, agradando adolescentes e outros seres. Hoje ele esta esquecido.

Na atualidade, diante da febre do tal Sertanojo, Sertanejo Universitário, todos conhecem e ouvem Luan Santana. Mas, e daqui há 5 cinco anos? Será que alguém vai se lembrar deste cantor?

Observando esses fenômenos da música, é perceptível sua transitoriedade. Isto ocorre por conta de sua falta de conteúdo e real valor para o sentimento, o afeto e a reflexão crítica das pessoas.

Em contrapartida, eu, outros jovens, pessoas de 30, 40 e até mais anos se recordam de Renato Russo e suas músicas eloquentes na banda Legião Urbana. Em qualquer festa ou rodinha de cantoria alguém, independente da faixa etária, vai pedir: “toca Raul”.

Esse estilo de música também é passageiro. Mas, não é febre de momento. Permanece por mais tempo na memória e na vida reflexiva de seus ouvintes, porque os faz questionar seu modo de viver e suas atitudes. Como é bom ter música com real conteúdo!

Mesmo assim, tanto faz se você ouve Felipe Dylon, Luan Santana, Legião ou Raul. Todos temos que concordar que tanto os primeiros como os últimos irão desaparecer no tempo e na história. Nisto foi sábio Lulu Santos, ao cantar: “Nada do que foi será, de novo do jeito que já foi um dia. Tudo passa. Tudo sempre passará”.

A rigor, na vida tudo é passageiro. Tudo é transitório e nada permanece para sempre. Esta é nossa maior tristeza e dor. Nós também somos temporários. Não somos efetivos. Também desapareceremos.

A Bíblia nos mostra que por conta de nossas falhas, erros e teimosias estamos fadados ao desaparecimento (Gn 3.19). Nossa vida é finita. Somos como a erva do campo que hoje brota e amanhã desaparece (Mt 6. 30). Isto gera dor e desespero, mas há uma esperança.

Sim, a Bíblia não camufla a verdade sobre a nossa vida imperfeita e mortal. Ela não disfarça a realidade. E por isto, diante das realidades passageiras, diante das inconstâncias da vida, ela nos anima com a grande Verdade: em Hebreus 13.8 está escrito que “Jesus Cristo, ontem e hoje, é o mesmo e o será para sempre.” Ele é o permanente e eterno diante da transitoriedade e inconstância da vida.

Jesus, ontem e hoje e para sempre será nosso Senhor e Salvador. Ele, na cruz, no sofrimento e na ressurreição nos presenteou a salvação e a vida eterna. Não precisamos mais nos lamuriar por conta de nossa finitude. Podemos nos alegrar em Cristo e perceber que Ele quer permanecer hoje e sempre conosco.

Isto nos motiva para que em nossa vida de fé demonstremos a salvação que Ele nos concede para a vida eterna. Esta salvação que não é transitória ou passageira precisa ser vivenciada já agora nesta vida que não é eterna, mas que deve refletir a eternidade de Deus.

Ontem, hoje e para sempre Cristo é meu Senhor.
Tudo muda, Cristo nunca. Glória ao Salvador!
Glória ao Salvador, Glória ao Salvador!
Tudo muda, Cristo nunca. Glória ao Salvador!” (HPD 248)

Marcelo Peter

Culto Infantil e Dia dos Pais em Pato Branco


As crianças do Culto Infantil da Comunidade Luterana de Pato Branco (PR), juntamente com suas orientadoras, prepararam um jogral em homenagem ao Dia dos Pais. Confira o vídeo:

Homenagem ao Dia dos Pais (Vídeo e Áudio)

Neste segundo domingo do mês de agosto, dia 12, comemoramos o Dia dos Pais. Carinhosamente, em nossas comunidades queremos recordar esta data. Para celebrá-la, no Colégio Evangélico Rui Barbosa (CERB), produzimos uma singela homenagem.
Confira abaixo o VÍDEO que pode ser usado em cultos e outras celebrações.  

Confira também o link para baixar o ÁUDIO MP3 da homenagem que pode ser usado em programas radiofônicos.      Clique ------>>>>>>>>

Um Feliz Dia dos Pais!

Marcelo Peter